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Polí­tica

Abertura do Pan lava nossa sofrida alma

Nunca antes na história dos Jogos Panamericanos, desde o primeiro, realizado na Argentina em 1951, que o presidente do país anfitrião pagava um mico tão grande para todo o continente. E foi bom!

O carioca, que elegeu o garotinho e a garotinha, e ajudou fortemente a eleger o chefe de tudo-isso-que-está-aí, lavou a nossa alma demonstrando através de belíssimas e estrondosas vaias, sua (e nossa) insatisfação, indignação e revolta pela sacanagem que virou esse país sob o comando desse grupo. E foi bom!

Foi uma semana histórica e de suruba política, onde pudemos ouvir um senador do velho PCdoB (Partido Comunista do Brasil) defender com bravura e veemência o tal do senador Calheiros, presidente do senado e um dos braços de sustentação do Collor, enquanto outros senadores se recusavam a participar da farsa de um senado comandado por um presidente sob investigação. E foi bom!

Acho que comecei a entender a ministra loura, justo na semana que relaxei e usei a ponte rodoviária para fugir do caos aéreo e dos preços altos da estação de férias. Será que gozei? Ah pode ser, pois foi bom! :-D

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Opiniões

2 Comentários para “Abertura do Pan lava nossa sofrida alma”

  1. Bom, eu perdi essa, queria ter visto (deve ter no YouTube). Mas segundo o Sérgio Lima, as vaias atingiram a todos, incluindo delegações… o que pode significar falta de educação do povo…


    Comentário do Pô, meu!
    Grande Fugita!
    É sempre um prazer imenso receber sua visita.
    Também acho que, como anfitriões, vaiar visitantes é coisa que o carioca aprendeu com os militantes exaltados que sempre vaiaram os presidentes americanos que por lá (aqui) chegavam, ou então, jogavam pedras no consulado dos EUA. Discordo veementemente dessa selvageria.
    Mas vaiar em estádio de futebol, é coisa histórica e fundamental. Dizia o grande João Saldanha, que o carioca no Maracanã, vaiava até minuto de silêncio. A festa foi de mais de duas horas, e as vaias foram focadas no companheiro chefe disso-tudo-que-está-aí. Ele merece. O carioca (ou qualquer outro brasileiro) tem todo o direito de protestar vaiando o chefe. Afinal, ele, como chefe, tem vaiado (e um pouco mais) a gente quase que diariamente.
    Mas vaiar os visitantes é uma grande falta de educação e respeito. Americanos, bolivianos e venezuelanos não têm culpa pelo Bush, pelo Morales ou pelo Chávez. Seria como vaiar a delegação brasileira por conta do chefe, do Renan, do Palocci, dos mensaleiros, dos 40 indiciados, e de tantos outros que debocham da gente, rindo da nossa cara diariamente. Mas os atletas, coitados, não têm nada com isso, estão lá só para praticar esporte e competir por posições no pódium.
    Abraços e sucesso,

    P.S. E foi bom! ;-)

  2. Sandra Leite disse:

    Nelson, você é muito gentil.
    Minas são tantas.
    Liberdade!
    Quanto ao que aconteceu no PAN…a resposta vem com LIBERDADE!
    ps: olha o visual de d. marisa posando de verde! (cruel),
    bjs,
    linda semana,
    Sandra


    Comentário do Pô, meu!
    Obrigado Sandra.
    Realmente, liberdade é tudo.
    Boa semana para você também.

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