Música | Pô, meu!
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700 South Wabash

Vivemos nos lamentando quando gênios morrem. Queremos que estas pessoas especiais vivam para sempre, produzindo sua arte eternamente. É claro que isso é impossível. Mas não deixa de ser uma forma de louvarmos a genialidade … Continue Lendo →


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ZYD462 Rádio Cidade 102,9FM

Crianças, eu vivi a revolução das rádios FMs no Brasil, na forma de se comunicar com o público, na programação, na irreverência e na criatividade. Acompanhei da criação à febre que foi a ZYD462 Rádio … Continue Lendo →


Saudade da estrada

Ainda mexendo aqui e ali no blog. Vou mexer, mexer e tenho certeza, não conseguirei ajeitar tudo antes de resolver adotar um novo formato. Também quem vai lá nas entranhas procurar algum texto para ler? … Continue Lendo →


Música erudita é para o povo?

Nós vivemos a época do efêmero, da superexposição, do grotesco, da banalização, do nanosegundo, do popularesco, do ultraperecível. E no meio da troca dos famosos de ontem pelos novíssimos famosos de hoje, entre minissaias rosas … Continue Lendo →


Preferia Jackson 5

Ele tinha quase a mesma idade de Michael Jackson. MJ nasceu alguns meses antes dele, mas não eram contemporâneos. Apesar de ter ene motivos para não jogar uma vitrola no Inagaki, ele nunca quis aprender … Continue Lendo →


Semana louca e ferro pesado

Amigas e emigos leitores do Pô, meu!, me desculpem tantos dias ausente. Quase 10 dias que usei todos os meus sentidos para um único objetivo: a partida de um negócio novo. Mas esse não é … Continue Lendo →


Qual é o som do Pô, meu?

Passei os últimos dias usando o tempo disponível para o blog para fazer um monte de correções de links quebrados. Muitos posts ainda apontavam para links internos do endereço antigo do Pô, meu! E ainda … Continue Lendo →


Rock ‘n’ Roll Fantasy Camp ou Rock Camp

Imagine que você gosta de Rock n’ Roll. Fácil se você não for um adolescente. Imagine que você toca um instrumento. Guitarra, baixo, teclado ou bateria. Sim, pode ser bateria! Imagine que você vai estar … Continue Lendo →


Mas quem era Richard Wright, bicho?

Lá no sótão da David Campista 110, junto da gigantesca coletânea de discos (era assim que a gente chama a mídia de vinil onde eram gravadas músicas) havia um especial, que todo mundo gostava: o … Continue Lendo →


Apaixonado por samba

Poderia ter sido no dia que tomamos cafezinho na Livraria da Travessa, depois de almoçar em algum restaurante das redondezas. Afinal, Pixinguinha está perpetuado ali do lado, em frente de onde era o Bar Gouveia, … Continue Lendo →