The long and winding road
Definitivamente eu não imaginava que seria tão longa e sinuosa a estrada das mudanças que eu estava para me envolver quando sugeri o Paul McCartney no dia 28 de março passado. Blogs parados, criando teias de aranha, poeira por todos os lados. Leitores indo embora. O pior é o Palm em Foco, pois lá os leitores deixam perguntas, apresentam dúvidas e neca de respostas.
Não é difÃcil ficar sem conexão com a Internet ou deixar de usar o computador quando estou de férias ou em lazer. É mole. Não sou um dependente. Mas para escrever os blogs, estar conectado é fundamental. Os poucos momentos que ainda estou conectado com decência, em banda larga, são para o trabalho que me remunera. Acho que já disse aqui que não sou problogger. Não que não me agrade, falta competência.
Quase tão duro quanto deixar de escrever, tem sido deixar de ler meus blogs favoritos. Na verdade, entre não escrever e não poder ler, o pior é deixar de me expressar. Nesse momento do texto, me lembrei que todas as versões que o Pô, meu! teve, traziam imagens de estradas. Talvez seja esse o custo da minha opção de preferir o embalo dos ventos à certeza das raÃzes.
Mas eu volto ao ritmo. Nenhuma estrada é tão sinuosa e longa que não desemboque em um local que nos dê vontade de parar um pouco a viagem.
