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Antes é como namoro, depois é F$@#&!

Antes é como namoro, depois é F$@#&!

A culpa do Suporte receber tantas reclamações e gerar tantos aborrecimentos, tanto para o cliente quanto internamente nas empresas, é da Pré-Venda. Eu adoro ler o blog da Kathy Sierra, o Creating Passionate Users (aqui), e hoje, especialmente, ela fala sobre a diferença de tratamento que o cliente recebe antes e depois da venda. Passei [...]


Rapidinhas

  • Procurando cabelo em ovo (02/09/2010)

    Sou capaz de apostar em uma convicção que tenho: o Brasil vai demorar muito a tomar jeito enquanto tratar a política com a mesma paixão de torcedor dos estádios de futebol. Quantas vezes você já viu discussão de botequim sobre mulher, religião ou futebol chegar a algum consenso ou pelo menos um dos debatedores mudar de opinião, mesmo quando defendem argumentos que a razão classificaria como insustentáveis? Nunca! Eu nunca vi! E o problema é que somos assim também com a política. Vivemos também em torcidas, o nós contra eles. E naturalmente, torcedores são cegos pelas suas paixões. Discute-se a marcação de um pênalti ou se uma bola passou da linha ou não, sem possibilidade de alguém mudar de opinião. O torcedor político é igual e fica procurando pelos em ovos. Pior! Acham! Tão logo a FIFA e a CBF apresentaram o logo da Copa 2014, os torcedores de um dos lados berraram hipnotizados que não temos vermelho em nossas cores da pátria. O que mais seria aquele vermelho no logo, se não uma propaganda subliminar do PT (Partido dos Trabalhadores)? Hoje acho um blog de automóveis que leio sempre, berrar apoplético que a revista Veja era muito escrotinha por ter colocado na capa um mineiro chileno soterrado e barbudo, "idêntico" ao Lula, e publicar a manchete "Os homens do abismo". E abismo em vermelho, como o PT (Partido dos Trabalhadores). Equilíbrio e ponderação gente. Sou ruivo, já usei barba e nunca ninguém me achou parecido com o Lula ou mais ou menos esquerdista que o PT. Ou será que aquelas duas vezes que peguei o Lula me olhando estranho no balcão do bar do cafezinho do Aeroporto Santos Dumont quando ele era só o eterno candidato queria dizer alguma coisa? ... comente

  • JB: um funeral muito atrasado (01/09/2010)

    Ontem (31/08/2010) foi publicada a última edição impressa em papel do Jornal do Brasil. Apesar da comoção generalizada (tenho me esforçado para entender) não senti nem uma pontinha de emoção por isso. E olha que fui apaixonado por abrir e ler o JB por vários anos. Lá em casa, estamos falando da cidade do Rio de Janeiro, lembro de ter visto três jornais sendo comprados pelo meu pai: O Jornal, Última Hora e O Globo. Foi em cima do O Globo que comecei a ler jornais. Quando conheci minha atual namorada e começamos a namorar, isso em 1975, aprendi a gostar do jornal que era lido na casa dela: o Jornal do Brasil. Nunca mais quis saber do O Globo. Consumi Drummond, Castelinho, Zuenir Ventura, Zózimo, Sá Correia, Rogério Werneck, João Saldanha, o Informe JB, Armando Nogueira e dezenas de outros jornalistas e escritores. Mas o JB do Conde e Condessa Pereira Carneiro e do Nascimento Brito, morreu há mais de uma década. E senti muito naquela época. O dinheiro acabou e todos os grandes que escreviam por lá, ou morreram ou foram publicar seus textos no O Globo. Tá bom, é verdade, os desenhos do Ique ficaram no JB até ontem. Mas nada mais. Se você quer conhecer ou tem saudades do JB, um belo presente que descobri: o Google digitalizou todas as edições disponíveis do JB e você pode lê-las online aqui: Google e JB. ... comente

  • Eau Rouge é minha paixão (28/08/2010)

    Nunca pisei lá. Minhas únicas lembranças e sensações foram experimentadas em simulador. Mas era a pista preferida de Senna e de quase todos os grandes pilotos de Fórmula-1. No simulador, rodando aqui mesmo no computador, é possível sentir o frio na barriga na passagem pela Eau Rouge. Neste domingo teremos mais uma vez a corrida na mais fantástica pista de F1: Spa Francorchamps, na Bélgica. De aperitivo, recomendo reler o artigo Passion pour l'Eau Rouge e ver as fotos que o amigo Sêmola me deu de presente do meu pedaço de asfalto favorito, mesmo sendo só uma paixão platônica, completamente a distância. ... comente

Bem vindo ao Pô, meu!

“Escrevo por prazer. Falo com meus eventuais futuros netos. É para eles que escrevo. Tento oferecer-lhes, através da minha experiência, uma visão do meu tempo. Se você gostar, participe, será um prazer compartilhar a inteligência (ou a falta dela) do nosso tempo. Por um carioca de nascimento e espí­rito, mas que virou também paulistano por opção. Pode? Pô, meu! Claro que pode.”

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